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quinta-feira, dezembro 09, 2010


Cupcake para decorar a mesa no Natal

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Origem dos famosos bolinhos individuais .... humm!!! adoroooo....

Bem, quem ama estes bolinhos enfeitados e apaixonantes, com certeza já leu em vários outros lugares que ele é de origem inglesa, chamado de Fairy Cakes.
Ao invadir os EUA, mudou de nome pelas receitas originais serem medidas em xícaras (cup), vindo assim o nome Cupcake.
Não querendo ser repetitiva, mas esta é uma explicação bem resumida, para não cair na mesmice em falar exatamente o que já vi em vários outros lugares, porém se torna necessário para quem ainda não os conhece.
O que o torna diferenciado dos outros bolinhos, como o similar muffin, é que sua massa é mais leve e não muito doce e a cobertura e os recheios dão o toque final e criativo neles.
Aqui no Brasil também já virou febre. Não há doceira que não tenha se aventurado em conhecê-lo e se encantado com tamanha fofurinha. No entanto, preços e sabores ainda são seu diferencial.
Há quem cobre muito caro e tenha o seu valor – e o contrário também – porém, muitas pessoas estão no modismo para acumular um troquinho, deixando-os também não tão saborosos e encantadores. Mas como gosto não se discute e cada um tem o seu, acredito que ele tenha vindo para ficar independente de quem o faça. Concordando que os melhores se sobressairão, é lógico!

Cupcakes Variados
cupcakes variados Ingredientes para receita básica de cupcakes
1 1/2 xícara de açúcar
300g de manteiga amolecida
3 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de leite
10 gotas de extrato de baunilha
1 colher de sobremesa de fermento em pó
1 colher de café de bicarbonato de sódio

açúcar
Açúcar

manteiga amolecida
Manteiga amolecida

ovos
Ovos
farinha de trigo
Farinha de trigo

leite
Leite

extrato de baunilha
Extrato de baunilha
fermento em pó
Fermento em pó

bicarbonato de sódio
Bicarbonato de sódio

branco
 
Sugestão de ingredientes para variar
Chocolate em pó (não use achocolatado, tem açúcar e menos cacau)
Chocolate granulado
Coco ralado e 1/2 xícara de leite de coco (ao invés do leite comum)
Ameixas secas picadas
Cerejas secas picadas ou inteiras
Passas de uvas
Suco e raspas de 1 limão grande

chocolate em pó
Chocolate em pó

chocolate granulado
Chocolate granulado

coco ralado
Côco ralado
leite de côco
Leite de côco

ameixas secas
Ameixas secas

cerejas secas
Cerejas secas
passas de uvas
Passas de uvas

limão
Limão

raspas de limão
Raspas de limão
Para preparar a forma de cupcake
Óleo spray
Farinha de trigo
Se preferir: forminha para cupcake

óleo spray
Óleo spray

farinha de trigo
Farinha de trigo

forminhas brancas para cupcakes
Forminha para cupcake



REVISTA CRESCER: Origami para decorar a árvore de natal...

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Aprenda a fazer o passo a passo de uma estrela para deixar a sua casa ainda mais bonita neste fim de ano!
Você já pensou em enfeitar a árvore de Natal com estrelas feitas de origâmi? Quem vai nos ensinar a fazer uma é a designer Ione Sawao. Para fazer a dobradura, você vai precisar de 6 quadrados de papel com 7,5 cm de lado.

Se você tiver dificuldade de continuar o passo a passo durante o vídeo, é só apertar o pause, fazer com calma a dobradura e continuar. Se for preciso, volte o vídeo ao início e veja tudo de novo. Foi assim que a própria Ione aprendeu a fazer origâmis: assistindo muitas vezes a vídeos pela internet, pausando e continuando.

Peça para o seu filho fazer junto com você e ajudá-la a enfeitar a árvore. Ele vai adorar participar e curtir esse clima de Natal! Aproveite!

segunda-feira, dezembro 06, 2010


A ORIGEM DO NATAL

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O SIGNIFICADO DA PALAVRA:
A palavra natal é de origem latina "nativitas", que significa nascimento. O Natal é, portanto, a comemoração do nascimento de Cristo. O dia natalício de alguém, é o seu dia de aniversário: "Festejando-se, porém, o dia natalício de Herodes, dançou a filha de Herodias diante dele, e agradou a Herodes" (Mt. 14:6).
 

Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!

I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”
A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.

II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS
Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.

III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO
Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.

IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 -Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”

V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!

VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA
Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

VII - VELAS OU LUZES
O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!

VIII – PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria!
Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.

CONCLUSÃO

Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?

1 –
Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. “e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 - “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3

2 -
Instruirmos nossos filhos e discípulos:conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse:Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.(Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse:E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus. (Mateus 15:6).

3 -
Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.

4 -
Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou "Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda: "Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal".

Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!

Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!

Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).


Por:  Rev. Edemar Vitorino da Silva (*)

O Verdadeiro Sentido do Natal

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Todos os anos a cena se repete: ruas iluminadas, lojas decoradas, portas enfeitadas, confraternizações e trocas de presentes. Está encantador passar a noite pelo centro da cidade, pelos shoppings e ver a quantidade de luzes e enfeites anunciando o Natal.

Por um momento, o mundo volta sua atenção para um pequeno cenário onde se destacam três personagens: um homem, uma mulher e uma criança deitada em uma manjedoura. No presépio está o símbolo natalino que mais encanta, porque retrata o verdadeiro sentido do natal: o nascimento de Jesus.

Neste momento, parece que o sentido da vida torna-se simples, fácil de compreender. Quando Maria recebeu a notícia de que seria a mãe do Salvador ela se assustou, mas também acreditou e acolheu gerar o menino em seu ventre. José também hesitou com a notícia da gravidez de Maria, mas não temeu em acolhê-la ao seu lado e também ao neném. Imagino que é assim que Cristo espera ser recebido ao nascer neste Natal: sendo acolhido com o coração e os braços abertos.

Todo nascimento gera alegria, em se tratando do nascimento do Salvador da humanidade a alegria é ainda maior. Jesus é rei, mas nasceu da maneira mais simples: num estábulo, ao lado de bois e vacas, porque seus pais não encontraram hospedaria.

Hoje, talvez precisemos nos refugiar em lojas cheias e ruas congestionadas, em busca de um sentido para estarmos juntos em uma noite do ano, para celebrarmos o aniversário de um homem chamado Jesus. Muitos o buscam entre a multidão perdida, que corre de um lado para o outro em busca de presentes e lembrancinhas.

Nos dias de hoje, o Natal tem diversos significados: para os capitalistas é tempo de lucros, para os consumistas é tempo de gastar e consumir, para os pessimistas é só mais um ano que vai acabar; para as crianças é esperança de muitos presentes, mas, para que tem fé, quem crê no amor de Deus, o Natal é um misto de festa, reflexão e esperança.

O sentido do Natal reside em cada um de nós. Ele representa a nossa visão de mundo e ainda nossa percepção sobre o que somos e o nosso compromisso em transformarmos a realidade. No Natal, temos a possibilidade de nos darmos a chance de sermos melhores e resgatarmos nossa essência: "a prática do bem, sem olharmos a quem".

Poderíamos fazer do Natal uma constante prática em nossa vida. Renascendo sempre para algo melhor, nos surpreendendo a cada dia com a nossa infinita capacidade de aprimorarmos todas as nossas habilidades, sejam intelectuais, emocionais, sociais e espirituais. Jesus pode nos inspirar todos os dias do ano, porém precisamos fazer do nosso coração uma manjedoura, sempre aberta para acolhermos a sua mensagem de amor ao próximo e discernimento sobre nosso papel no mundo dos homens.

É época de renovarmos a nossa fé com a esperança de que o nascimento de Jesus seja concreto em nossa realidade e, com isto, renasça no mundo a bondade, a fraternidade e a paz!

E para que possamos aproveitar essa época festiva devemos refletir, buscar mudanças positivas em nosso cotidiano, oferecendo nossa vida, nosso coração e nossas boas ações ao Senhor Jesus, dando verdadeiro sentido ao Natal.

Natal é tempo de paz, de luz em nosso caminho e esperança de salvação, por meio daquele que veio para nos deixar uma mensagem de fé, alegria e amor.

Que todos possamos festejar o Natal com este espírito, mesmo diante das dificuldades, das mazelas e das agruras do dia-a-dia. Pois, relembrar que Deus enviou para nós o Salvador é motivo de festa e de renovar as esperanças.

Natal é tempo de recordar o Menino Jesus da Manjedoura, é uma data especial, carregada de uma mensagem de esperança e paz. Natal é tempo de família reunida, de partilha e convivência, de oração e recolhimento, de revisão de vida, de reencontrar pessoas distantes, de lembrar os belos momentos, de acolher os pedidos de perdão e de recomeçar.

Texto de José Luís Nunes - Campinas / SP

Desenhos Natalinos para colorir.

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